janeiro 21, 2007



Depois de tanto tempo a ver apenas as minhas pegadas, deixo-vos com a certeza de que tudo fiz para ser feliz...

e fui...

não hoje mas um dia.

espero que também o sejam...

para mim a caminhada acabou...

deixei de ouvir a música.

até um dia...

7 comentários:

Patríciangélico disse...

Acho mal. Quando entramos neste mundo dos bloges, é como o casamento: passamos a ter que ouvir opiniões e dar satisfações. Acho mal e não concordo nada.

Anónimo disse...

Não massacres a tua mana Patrícia. Deixa-a respirar fora do blog.

Pat

Anónimo disse...

Se eu morrer, sobrevive a mim com tamanha força
que acordarás as fúrias do pálido e do frio,
de sul a sul, ergue teus olhos indeléveis,
de sol a sol sonha através de tua boca cantante.
Não quero que tua risada ou teus passos hesitem.
Não quero que minha herança de alegria morra.
Não me chames. Estou ausente.
Vive em minha ausência como em uma casa.
A ausência é uma casa tão rápida
que dentro passarás pelas paredes
e pendurarás quadros no ar.
A ausência é uma casa tão transparente
que eu, morto, te verei, vivendo,
e se sofreres, meu amor, eu morrerei novamente.

Morena disse...

Um beijinho grande, pois não sei o que mais possa dizer para ajudar. Provavelmente não posso dizer nada, não posso fazer nada. Nunca perdi ninguém tão próximo, tu já perdeste duas pessoas queridas... O que é que eu sei da vida? Muito pouco talvez... espero que fiques bem, se não for hoje, que seja um dia próximo.

Anónimo disse...

não estavas sozinha, e as pegadas que vias eram minhas: era eu que te levava ao colo!

desculpa a pretensão e o plágio, mas de certeza conheces a história. Certo é que, para alguém nos levar ao colo, nos temos que o desejar. porque não se dá nem tira colo, pede-se e recebe-se ou não.
Adoro-te, prima.
Força!
beijinhos, belinha

Patríciangélico disse...

Oh anónimo, não se preocupe que eu massacro-a mas não é com estas coisas. Pra além disso , ela não se queixou mas na realidae eu às vezes consumo o mesmo ar que ela e não a deixo respirar (lol). Sou uma doida.

Joca disse...

FELICIDADE REALISTA
(Mário Quintana)

A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável,
mas nossos desejos são ainda mais complexos.
Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis.
Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas.
E quanto ao amor? Ah, o amor... não basta termos alguém com quem podemos
conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar
pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente
apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes
inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos
sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta televisão.
Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista.
Ter um parceiro constante, pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você
pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um
parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente
quando se trata de amor-próprio.
Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o
suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que
saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade.
Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável.
Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar.
É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz mas sem exigir-se desumanamente.
A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio.
Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está
alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se.
Invente seu próprio jogo. Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la
e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormentam e provocam inquietude no nosso
coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade.

Bjs do Chato